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— Não exatamente, Sir William — protestou o general, com uma certa irritação. — O exército está aqui, com alguma força.



— É verdade — concordou o almirante. — Mas Sir William também está absolutamente correto ao dizer que é a marinha real que mantém a paz. Planejo levar quatro navios de guerra, senhor, não cinco, e deixar uma fragata aqui. Deve ser suficiente. A Pearl.



Antes de poder se controlar, Marlowe disse:



— Com licença, senhor, mas a Pearl ainda se encontra sob reparos importantes.



— Folgo em saber que se mantém a par da situação de nossa esquadra, Sr. Marlowe, e com os ouvidos bem abertos — disse o almirante, cáustico. — Obviamente, a Pearl não pode participar desta expedição, e por isso é melhor você ir a bordo, providenciar para que fique em condições de navegação oceânica, pronta para qualquer missão, até o pôr-do-sol de amanhã, ou não terá um navio.



— Sim, senhor.



Marlowe engoliu em seco, bateu continência e se retirou apressado. O almirante soltou um grunhido e comentou para o general:



— Um bom oficial, mas ainda imaturo... de uma excelente família naval, dois irmãos, também oficiais, e o pai é almirante em Plymouth. — Ele olhou para Sir William. — Não se preocupe. A fragata estará pronta amanhã, em perfeitas condições... ele é o melhor dos meus comandantes, mas pelo amor de Deus não lhe diga que eu falei isso. Marlowe vai protegê-lo até meu retorno. Se não há mais nada a discutir, senhores, zarparei imediatamente... e lamento muito não poder acornpanhá-los no jantar.



Sir William e o general terminaram seus drinques e se levantaram.



— Deus o guarde, almirante Ketterer, e que possa voltar são e salvo, com todos os seus tripulantes — disse Sir William, com absoluta sinceridade.



O general ecoou suas palavras. Um momento depois, o rosto de Sir William se endureceu, e ele acrescentou:





— Se não receber qualquer satisfação do Bakufu, partirei para Osaca com foi planejando, com ou sem a Pearl, à frente do exército ou não... mas, por Deus seguirei para Osaca e Quioto de qualquer maneira!



— É melhor esperar até a minha volta, é melhor ser prudente, é melhor não invocar o nome do Senhor para uma ação tão desaconselhável, Sir William — declarou o almirante, em tom brusco. — Deus pode decidir de outra forma.











Naquela noitada, pouco antes de meia-noite, Angelique, Phillip Tyrer e Pallidar deixaram a legação britânica e desceram pela High Street a caminho do prédio Struan.



— Ah, não resta a menor dúvida de que Sir William tem um chef modesto! — comentou Angelique, feliz.



Os três estavam vestidos a rigor, e riram do jantar ter sido tão abundante e inglês, especialmente delicioso — rosbife, bandejas de linguiça de porco, siris frescos trazidos no gelo de Xangai pelo navio de correspondência, como parte do serviço diplomático, e por isso imunes à inspeção alfandegária e a impostos. As carnes haviam sido servidas com legumes cozidos, batatas assadas, também importadas de Xangai, e pastelão de Yorkshire, seguindo-se tortas de maçã e tortas de frutas cristalizadas picadas, com todo o clarete, Pouilly Fume, Porto e champanhe que os vinte convidados podiam beber.



— E quando madame Lunkchurch jogou um siri no marido, pensei que ia morrer! — acrescentou ela, rindo ainda mais.



Tyrer, embaraçado, murmurou:



— Receio que alguns dos supostos mercadores e suas esposas são propensos a se mostrarem turbulentos. Por favor, não julgue todos os ingleses pelo comportamento deles.



— É isso mesmo.



Pallidar sentia-se radiante, satisfeito por também ter sido aceito como parte da escolta de Angelique, consciente de que seu uniforme de gala e quepe emplumado faziam com que a sobrecasaca de Tyrer parecesse insípida, a gravata de seda antiquada, e a cartola ainda mais fúnebre.



— Pessoas lamentáveis. Sem a sua presença, a noite teria sido horrível, com toda certeza.



A High Street e suas transversais ainda se achavam movimentadas, com mercadores, escriturários e outras pessoas voltando para casa ou passeando, os bêbados ocasionais deitados no chão, à luz dos lampiões de óleo que as iluminavam. Alguns grupos de pescadores japoneses, carregando remos e redes, com lanternas de papel para iluminar o caminho, subiam da praia, onde haviam deixado seus barcos, na areia ou desciam da aldeia para a pescaria noturna. Angelique parou na porta do prédio da Struan e estendeu a mão para ser beijada.



— Obrigada e boa noite, meus caros amigos. Por favor, não precisam esperar.



Um dos criados poderá me acompanhar até a legação.



— De jeito nenhum! — exclamou Pallidar no mesmo instante, segurando a mão de Angelique, apertando-a por um momento.



— Eu... teremos o maior prazer em esperar — garantiu Tyrer.



— Mas posso demorar uma hora ou uns poucos minutos, dependendo do estado de meu noivo.



Mas os dois insistiram, ela agradeceu, passou pelo vigia noturno armado, vestindo libré, subiu a escada, o vestido farfalhando, o xale em sua esteira... ainda extasiada com o excitamento da noite e a adoração que a cercara.



— Olá, querido. Só vim lhe desejar boa noite.



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